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Muita opinião e pouca informação

Quinta-feira, 18 Setembro 2008 · Deixe um comentário

Vanessa Magalhães

 

Blog de caráter opinativo e carente de informações para quem quer acompanhar todos os acontecimentos das Olimpíadas. Michael faz uma breve análise das equipes em Pequim e cita vários links como referência.

O futebol masculino predomina como assunto na maioria da cobertura. Ele faz duras críticas ao técnico Dunga e a sua forma tática de organizar o time. Afirma que não existe amizade entre o atual dirigente e os jogadores da seleção brasileira, o que pode prejudicar o bom desempenho do time.

Mais elogios à seleção brasileira de futebol masculina ao vencer Camarões, garantindo vaga nas semifinais. E já antecipa a ansiedade com o próximo jogo, contra a Argentina.

Entretanto, no dia seguinte vem o desgosto. Com o título “Teixeira para técnico da seleção”, Michel Laurence fala de forma negativa da atuação de Ronaldinho Gaúcho na derrota para a Argentina. Classifica Dunga como estrategista e diz que o técnico faz o time “jogar atrás”, só se defendendo.

No vôlei, ele recrimina a postura de Bernardinho, técnico da seleção masculina, por não modificar o time após duas derrotas pela Liga aqui no Brasil e na derrota contra a Rússia nos Jogos de Pequim.

Em relação á natação, o blogueiro comenta a reação emocionada de César Cielo ao ganhar a medalha de ouro e de outros atletas que choram pelo amor ao esporte, como no judô, que mostrou o americano João Derly em lágrimas após ter perdido a medalha. Michael Phelps tem destaque na página após a conquista das oito medalhas de ouro na piscina.

Achei o blog incompleto, já que não citou a ginástica, o vôlei de praia, o basquete e outras modalidades. Basicamente, o foco é o futebol masculino do Brasil. O autor faz a linha “incentiva quando ganha e critica quando perde”, e assim submerge uma boa oportunidade de analisar o porque dos erros dos atletas.

 

Categorias: Esportes

Daniel Dantas deve estar morrendo de rir!

Quinta-feira, 18 Setembro 2008 · Deixe um comentário

Por Bruna Barbosa

O Brasil, a partir do primeiro semestre foi palco de um dos maiores shows de comédia do mundo. É claro que o roteiro e os bastidores já estavam em ação há muitos anos. No início de julho Daniel Dantas e sua turminha foram “descobertos” graças à famosa operação Satiagraha, que representou o grande clímax da série de investigações contra os criminosos de colarinho branco. Parecia uma revolução na história de um país que desde seu descobrimento herdou o incrível dom de fazer armações e corrupções como ninguém. O Brasil não é só campeão no futebol! A luta de Paulo Lacerda e Protógenes Queiroz, que lideraram a operação foi por água abaixo. E os cidadãos brasileiros, sempre com o sorriso no rosto, assistiram ao espetáculo de braços cruzados na platéia. Lacerda que já havia sido afastado da Polícia Federal foi licenciado da Abin, devido a uma estranha matéria – também pode ser chamada de golpe – publicada na revista Veja. O fato parecia tão óbvio, porém ninguém sequer pensou na possibilidade de uma armação da revista, aliada de Dantas. Protógenes também foi afastado da Polícia Federal. E o assunto principal que era Daniel Dantas se desviou sem hesitações para a CPI dos grampos e a discussão sobre o uso das algemas. A essas horas ele deve estar morrendo de rir! A oportunidade de mudança de que o país dispôs está indo embora. Nosso querido Dantas mais uma vez conseguiu comprar todos a sua volta e os heróis de toda essa história estão sendo criticados por todos, inclusive pela mídia. Resta-nos esperar o resultado de um dos únicos juízes decentes que agora tem sobre seus ombros a enorme responsabilidade de julgar o processo contra Dantas. Mesmo assim devemos agradecer a existência de pessoas como Paulo Henrique Amorim, Luis Nassif e Mino Carta que contribuem para que haja uma esperança de integridade na imprensa brasileira. Bem como Protógenes Queiroz na Polícia Federal, Paulo Lacerda e o procurador federal Rodrigo de Grandis.

Categorias: Política
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Crônica. Espadas. O Povo

Quinta-feira, 18 Setembro 2008 · 1 Comentário

Por Adriane Piscitelli

O jornalista Lourenço Carlos Diaféria morreu na última terça-feira, 16 de agosto. Era cronista e contista. Autor de diversos livros. Na década de 1970, foi colunista do caderno “Ilustrada” da Folha de S.Paulo.

No dia 1º de setembro de 1977, Diaféria publicou a crônica “Herói. Morto. Nós”, exaltando um sargento que havia socorrido um menino que caiu em um poço de ariranhas, em Brasília. Salvou o garoto de 14 anos, mas acabou morrendo. O jornalista comparou a atitude do sargento com o duque de Caxias e sua estátua, presente na praça Princesa Isabel.

“O povo está cansado de espadas e cavalos. O povo urina nos heróis de pedestal. Ao povo desgosta o herói de bronze, irretocável e irretorquível, como as enfadonhas lições repetidas por cansadas professoras que não acreditam no que mandam decorar. O povo quer o herói sargento que seja como ele: o povo”.

Depois da publicação, no dia 15 de setembro, Diaféria foi preso pela Polícia Federal. No dia seguinte, a Folha reproduziu, no espaço reservado para suas crônicas, uma coluna em branco. O jornal foi ameaçado de fechamento. Decidiram, então, parar com a “provocação” aos militares, nunca mais publicando colunas em branco, além de afastar Cláudio Abramo da direção de redação do jornal.

Lourenço Diaféria trabalhou na Folha de 1956 até o ano da publicação da famigerada crônica. Colaborou também para os veículos: Jornal da Tarde, Diário Popular e Diário do Grande ABC, além das emissoras, Excelsior, Gazeta, Record, Bandeirantes e Rede Globo.

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Surfistas de Sofá

Quinta-feira, 18 Setembro 2008 · 1 Comentário

Por Gabriela Tozzo

 

Na hora de viajar, todos aqueles que procuram economizar um pouco a mais na viajem, já ouviu falar dos famosos albergues. Porém, como a maioria sabe, os albergues às vezes podem ser caros, além ser muito difícil encontrar banheiros limpos. Acreditem ou não, há uma forma ainda mais barata e melhor de viajar! Para aqueles que não se importam em dormir na casa de estranhos, foi criada um site de relacionamento específico para isso.

O site chama-se Couchsurfing (CS) , fazendo um perfil nele você tem acesso à pessoas do mundo inteiro, que estão dispostas a ceder o “sofá” delas por algumas noites sem cobrar nada. Através das marcas em cada perfil, você sabe o quanto confiável a pessoa é por indicações, sabe se o sofá está disponível e pode ver fotos e relatos entre outras facilidades. É bem simples, você escolhe a cidade que quer ir, escolhe um couchsurfer disponível e pronto!Você não deverá ter grandes problemas para conseguir um sofá, normalmente as pessoas são bem receptivas.

Tudo é bem organizado, o CS conta com doações, a vantagem em doar é que seu perfil aparece antes dos outros quando alguém procura um sofá na sua cidade, mas como o nome já diz, são doações, não é obrigatório. O sistema aparentemente funciona e é seguro, claro, você dormirá na casa de um completo estranho, mas não podemos descartar a experiência que é olhar uma cultura tão de perto, do ponto de vista de um nativo, além de economizar na viajem e de ter banheiros decentes.

 

Categorias: Viagens
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Quem conta um conto sobe um ponto.

Quinta-feira, 18 Setembro 2008 · Deixe um comentário

O que tu pensas sobra as pesquisas?

O que tu pensas sobra as pesquisas?

Por Jeferson Peres

As eleições municipais deste ano mais uma vez trazem consigo uma enxurrada de números e dados que dizem mensurar a preferência do eleitor. As pesquisas eleitorais já fazem parte efetiva do processo político brasileiro e influenciam muito na decisão dos eleitores.

Para o ex-professor de ciências políticas da PUC-SP Francisco Fonseca, deveria haver um intervalo entre a publicação da ultima pesquisa eleitoral e o dia da votação. Na França, este período é de 45 dias, porém no Brasil, não há um espaço para a reflexão do eleitor.

Convidamos o leitor a pensar. Qual o papel das pesquisas eleitorais na decisão do seu voto? Elas podem influenciar outros eleitores e assim fabricar um resultado?

Categorias: Debates
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Pensando em intercâmbio?

Quinta-feira, 18 Setembro 2008 · Deixe um comentário

por Ana Caroline Ribeiro e

      Patrícia F. M. Santana

 

 

Hey Guys! Nesse fim de semana aconteceu a Feira EduCanada e lá estávamos, prontas para “cobrir” nosso primeiro evento. A Feira anual é promovida pelo CEC – centro de Educação Canadense – e tem como objetivo apresentar ao público, escolas e universidades do país. A aventura começou na descida da rua Frei Caneca, olhares atentos em busca do número 569…e voilà, tratava-se do shopping Frei Caneca. Diferente do que está no site oficial da feira, o metro Consolação não é tão próximo do local e tivemos que caminhar por várias quadras até chegar.

Apareceu então a dificuldade: o Centro de Convenções Frei Caneca – local do evento – ficava no 5º andar, mas o elevador só chegava até o 3º! Onde está a escada rolante?! Resolvido o problema, convite em mãos. Não havia filas para entrar.

No ambiente, pessoas de diferentes idades, mas a turma adolescente acompanhada dos pais predominava. As placas localizadas no início de cada corredor, com o nome de províncias e cidades canadenses, facilitavam a escolha sobre qual região buscar mais informações. Acima de cada estande também havia a indicação dos cursos abordados – Programa de férias, Idiomas, Ensino Médio ou, o mais concorrido e disputado, Ensino Superior – auxiliando a decidir em qual parar.

O reduzido número de atendentes por estande, porém, provocou alguns momentos de espera para conseguir informações, mas se batesse o cansaço, lá estavam vários pufes, prontos para serem ocupados.

Em cada estande, um sorridente “hello” estava pronto para nos receber. Sim, tratava-se de legítimos canadenses, já que o evento é organizado com o apoio do governo do Canadá.   

A Feira ainda passa pelo Rio de Janeiro, Porto Alegre e Belo Horizonte. Para conferir locais e datas acesse: www.educanada.com.br/ e bons estudos!

           

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Bienal em crise – “Residência Artística”, não

Quinta-feira, 18 Setembro 2008 · Deixe um comentário

por Raquel Francese

Acabam de ser anunciados os artistas que participarão da 28ª Bienal de Artes de São Paulo. O evento, que começa em 28 de outubro, causa polêmica desde que seu curador-chefe, Ivo Mesquita, declarou que deixará um espaço de 12 mil m² vazio no pavilhão da Bienal para “estimular a reflexão sobre a crise“.

Edificio Lutétia

Edifício Lutétia

Enquanto a Beinal segue em crise, o “Residência Artística” vai de vento em popa. Seis artistas de outros países são convidados a passar uma temporada no Edifício Lutétia (foto), no centro da cidade, onde desenvolvem seus trabalhos. Mais tarde, fazem palestras e participam de atividades com os alunos da Faculdade de Artes Plásticas da FAAP, parceira da Fundação Bienal no projeto (e provavelmente o motivo da não-crise financeira).

Este ano, participam do “Residência” Erick Beltrán, do México, Gabriel Sierra, da Colômbia, Goldin+Senneby, da Suécia, Javier Peñafiel, da Espanha e Sarnath Banerjee, da Índia.

Também acontece até até 16 de novembro no Shanghai Art Museum a 7ª Bienal de Shangai – Translocalmotion. Ricardo Basbaum é o único brasileiro a participar.

Categorias: Artes
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