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Muito além do gênio da física

Domingo, 28 Setembro 2008 · Deixe um comentário

Por Barbara Marcelino e Stephanie Stupello

primeiro pais do Hemisfério Sul a receber a exposição

Brasil: primeiro país do Hemisfério Sul a receber a exposição

A exposição “As várias faces de Einstein” teve início na última quarta-feira, 24, no pavilhão Eng. Armando de Arruda Pereira no parque do Ibirapuera, onde permanece até o dia 14 de dezembro.

Muito além de seus objetos de estudo e pesquisas científicas, as fotos, cartas, manuscritos, além de instalações interativas, desvendam um homem pacifista, irreverente, amante da música e apaixonado por velejar. Revelam o Einstein por trás da ciência.

A mostra foi organizada pelo Insitituto Sangari de modo que o visitante, primeiramente, conheça a vida do físico desde sua infância até a carreira, destacando paixões vividas e o reconhecimento de sua genialidade. O visitante pode contar com as explicações de “educadores” no decorrer do trajeto.

Além da seção “Vida e Tempo”, citada acima, há outras nove seções intituladas: Luz, Tempo, Átomos, Energia, Gravidade, Guerra e Paz, Cidadão Global, Legado e Einstein no Brasil. Destas, “Átomos” e “Einstein no Brasil” foram acrescentadas especialmente para os brasileiros. Sendo que a maioria das seções possui algum tipo de atividade interativa.

Ainda conta com o Laboratório de Aprendizado, dois espaços que abordam conceitos vistos na exposição. Um deles, equipado com microscópios, permite que o visitante veja o movimento browniano e outro, explora as propriedades da luz. Além do cinema 3D que é uma viagem pelo espaço até quase atingir a velocidade da luz em três dimensões.

Para os interessados, a mostra é aberta ao público de terça a sexta das 9 horas às 21  e aos sábados, domingos e feriados das 10 horas às 21. O ingresso custa R$ 15,00 a inteira e R$ 7,00 a meia para estudantes e professores. Maiores de 60 anos, menores de 7 e excursões de escola pública não pagam.

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O que é isso Ferrari?!

Domingo, 28 Setembro 2008 · Deixe um comentário

Por Guilherme Amorim de Souza

Hoje de manhã a Ferrari tirou a melhor chance do ano de Felipe Massa assumir a liderança do Mundial de Fórmula-1; a diferença de um ponto entre ele e Hamilton caiu para sete. (Mesmo largando bem e na pole, ele acabou em 13º sem pontuar.) O brasileiro estava desolado após a corrida.

O erro bizarro e primário da equipe aconteceu logo no primeiro pit stop. Em vez de usar o “pirulito” tradicional, a Ferrari manteve seu inovador semáforo (que vem sendo usado desde o GP da China no ano passado e já prejudicou Raikkonen no GP de Valência, esse ano). Deu no que deu; além de o brasileiro ter arrancado ainda com a mangueira de combustível engatada ao carro, ele foi punido com um “drive through” (passagem pelos boxes) — a mesma punição que tirou a vitória de Hamilton na Bélgica. A arrancada de Massa nos boxes foi entendida como “insegura” pela FIA.

De quebra a Ferrari perdeu a liderança no Mundial de Contrutores para a McLaren.

Ah, falando nisso, parece que a falta do “pirulito” não faz mal apenas para a zagua do time do piloto brasileiro…

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A “Grã – Manteiga” de John Lydon.

Domingo, 28 Setembro 2008 · 6 Comentários

Por Rafaela Polo

Anarquismo: sociologia negadora de valores.

Comercial de Manteiga: Algo que passa a paz de uma familia feliz e unida fazendo a sua primeira refeição do dia.

Você sente, tanto quanto eu, que os dois termos acima não conseguiriam conviver em harmonia?

Pois é. Mas não é o que pensam os dirigentes da Dairy Crest, uma empresa de laticínios que fabrica a famosa manteiga britânica Country Life.

O mais novo garoto propaganda da marca é, nada mais nada menos, de que John Lydon, líder da banda Sex Pistols, que no auge de sua carreira, gritava em plenos pulmões, que se tratava de um anárquico anticristo.

No comercial, Lydon aparece vestido como um perfeito bom moço e em vários lugares da Grã – Bretanha. “Ele é visto como um grande ícone britânico. A sua independência é um ponto forte junto aos consumidores, e o seu senso de humor escancarado dará brilho aos nossos anúncios na televisão”. declaraou a empresa. O comercial irá ao ar no mês de outubro pela TV britânica.

Pelo jeito, os anos mudaram a forma de Johnny Rotten , como era conhecido, de ver o mundo. Recentemente o ex-punk/revoltado, declarou que adoraria compor músicas para a princesinha do Pop, Britney Spears. “A dor é uma fonte de boa música”, disse ao tablóide inglês “The Sun”.

Agora é só esperar mais alguns dias para ver o resultado. Outubro está logo ali!

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A mão invisível do mercado?

Domingo, 28 Setembro 2008 · Deixe um comentário

por Sophia Hesketh Braun

 

Os Estados Unidos vivem hoje o que pode ser considerada uma das maiores crises financeiras sofridas pelo país neste início de século. O que antes representava tensão apenas no mercado imobiliário americano, hoje transborda conseqüências em diferentes setores da economia mundial. Mas, apesar das turbulências, os EUA estão longe do abismo.

Está certo que, se mal conduzida, a crise poderá culminar numa depressão econômica, como a vivida na década de 1930. Porém, o governo americano já demonstrou estar tomando as devidas providências para manter o controle da situação. Em reunião com os dois candidatos à presidência dos EUA, o democrata Barack Obama e o republicano John McCain, o atual presidente, George W. Bush, discutiu a aprovação de um pacote de resgate à economia do país. O projeto inicial objetiva retirar do mercado os ativos hipotecários desvalorizados. Para tanto, o Tesouro americano deverá investir US$ 700 bilhões na compra desses papéis, que hoje são de posse de bancos e instituições.

           

Assim, com o intuito de melhorar a situação financeira dessas empresas e diminuir os riscos de falência, o governo compraria os ativos hipotecários a um preço muito superior ao de mercado. No entanto, de acordo com alguns economistas isso significaria injetar dinheiro público em questões privadas, ou seja, socializar prejuízos.

           

Porém, deve-se tomar cuidado com esse tipo de análise pois em momentos emergenciais como este só o governo pode salvar o país. Isso porque uma empresa não pode ser deficitária, já um governo não só pode como é provável que seja. Talvez, se não houvesse intervenção das autoridades nós realmente caminhássemos rumo a uma nova depressão econômica. Ainda bem que o homem  está sempre aprendendo com seus erros. Pelo menos esperamos que sim.

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