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quanto mais gente, melhor!
Por Laura Cantal e Mariana Quintino
Se você gosta de cantar músicas engraçadas, velhas e clássicas e se, ainda, não tem a menor vergonha de fazê-lo na frente de desconhecidos, você é um candidato em potencial para ir a um karaokê!
E o Karaokê Yellow K, na Rua Lorena, 514, é uma bela opção. Com dois ambientes e quase 9 mil músicas para serem escolhidas, este lugar faz-se aconchegante e divertido.
É indicada, é claro, uma grande porção de tolerância para as vozes menos afortunadas ou para as músicas mais irritantes que parecem se prolongar por horas. Mas entre uma música e outra, você pode se distrair da melhor forma: comendo. O cardápio do lugar traz espetinhos de shimeji de vários tipos e guioza.
Para quem faz aniversário, passar vergonha é garantido! Entre virar um shot de tequila e beber em um copo um tanto quanto exótico (ou erótico) na frente de todos, o aniversariante pode escolher mais dois amigos para passarem o mico junto com ele!
Tirando o fato da cerveja de latinha custar R$3,90 e a entrada custar R$8,00, o lugar é muito divertido. Funciona das 19h à 1h de segunda a quinta e das 19h às 4h de sexta e sábado. Agora, algumas dicas para quem, de fato, resolver experimentar o lugar: primeiro, na hora de pagar, não esperar acabarem todas as músicas, se não a fila ficará enorme e segundo, para achar o Yellow K, é só procurar uma escadinha espremida num muro amarelo, não tem erro!
Categorias: Cidades
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Por Gustavo Prandini e Antonio Paoliello
Fela Ransome Kuti, para muitas pessoas desconhecido, foi um pioneiro na música mundial, ao mesclar elementos de músicas e canções nigerianas com jazz e funk, mais conhecido como Afrobeat. O multi-instrumentista nasceu na Nigéria em 1938. Seu pai era pastor protestante e sua mãe ativista do movimento feminista anti-colonial no país africano.
Como foi nascido dentro da classe média, Fela Kuti teve a oportunidade de morar ainda em sua juventude em Londres, onde formou sua primeira banda, os Kooka Lobitos, mais tarde, a banda mudaria de nome e passaria a ser a lendária Africa 70′.
No fim da década de 60, Kuti viajou com sua banda para os Estados Unidos. Lá, teve fortes influência com o movimento dos Panteras Negras que naquela época, com Martin Luther King movimentavam boa parte do país e do mundo com conflitos a favor da igualdade racial. O contato foi tão importante para o nigeriano que assim que voltou para a África, Fela renomeou sua banda para Africa 70′.
Foi a partir desta década que o músico começou a ganhar nome no cenário mundial, em 1971, Fela Kuti, em parceria de Ginger Baker , baterista do Cream, que na época fazia pesquisas musicais pelo continente africano, produziram um disco ao vivo, chamado Live!. Um verdadeiro clássico.
Já em 1976, Kuti & Africa 70′ fizeram a obra prima. O disco Zombie fixou o gênio nigeriano como precursor do gênero Afrobeat. Com levadas em ritmos africanos, com bateria e muita percussão, saxofones com temas relativamente simples para o jazz da época, porém com uma sonoridade indiscutível e com vocais em inglês e em dialetos africanos, o disco ficou nos anais da boa música mundial.
Agora é a vez de Fela, Chico Science que se cuide…
Categorias: Música
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Por Antonio Paoliello
A bicicletada é um evento criado no Brasil e em Portugal, com o intuito de divulgar a cultura da bicicleta em áreas urbanas. O movimento é inspirado na “Critical Mass” de San Francisco, que ganhou popularidade durantea década de noventa. Em São Paulo, dezenas, até centenas de bicicletas saem em todas as últimas sextas-feiras do mês da esquina da Avenida Paulista com a Consolação e a cada dia fazem um trajeto diferente pelas redondezas.
Porém no dia 6 de Dezembro as bikes irão muito além das proximidades do espigão da Paulista. A chamada Bicicletada Interplanetária saíra do lugar de costume e irá até Santos. O horário marcado para o encontro é às 6 horas da manhã, com saída prevista para 7 horas.
Não é só a metrópole paulista que conta com as manifestações, outras cidades espalhadas pelo país também tem as suas bicicletadas, sempre com o mesmo intuito; Chamar atenção

Critical Mass reúne milhares de ciclistas em Budapeste na Hungria
aos habitantes das cidades com uma opção barata e saudável de transporte, garantir o respeito dos veículos pelos ciclistas e ajudar no relacionamento entre os amantes dos pedais.
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por: Tamara Serantes e Bruno Borin
A Editora Globo está lançando o almanaque “Que Rock É Esse?”, livro que traz a história do Rock nacional desde a Jovem Guarda até os dias atuais contada através de depoimentos de personagens importantes que ajudaram a divulgar o rock nacional como Rita Lee, Edgard Scandurra, Roberto Frejat, Lobão, Evandro Mesquita, e outros. É um panorâma desses 50 anos de existência das várias tendências do rock no Brasil.
O livro também traz listas de top 10 de curiosidades como os ‘Os 10 discos de Rock internacional mais vendidos’, ‘As 10 músicas brasileiras de Rock que bombaram na década’, ‘Os 10 shows internacionais mais importantes no Brasil’. O conteúdo é divido por décadas, desde 1950 até 2000.
“Ronnie [Von] disse: Estou lendo um livro chamado ‘O Império dos Mutantes’. Ganhamos o livro e achamos tão genial que passamos a ser Os Mutantes”, conta Rita Lee em determinado momento. O ex-guitarrista do Ira! é outro que também dá sua contribuição com histórias e comentários para o livro. “Talvez um dos grandes hinos da abertura política no Brasil tenha sido ‘Inútil’ [A gente não sabemos escolher presidente, a gente não sabemos tomar conta da gente... Inútil, a gente somos inútil!]”.
O livro foi organizado e traz textos fictícios escritos por Edgard Piccoli e Beto Lee, que foi quem deu inicio a idéia do livro, com o seu programa ( no canal Multishow) de mesmo nome: “Que rock é esse?”, onde o músico fala justamente sobre o desenvolvimento e história de várias bandas, nacionais e internacionais. Ao total são 240 páginas de história do Rock brasileiro. O livro está à venda com o preço sugerido de R$ 39,00.
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Por João Paulo Siqueira Lopes
É verdade que sucesso de público e de crítica não caminham juntos. Meredith Monk é a prova viva disso. Você leitor pode ter certeza que muitas expressões artísticas com as quais já se deparou fazem alusão ao perspicaz legado de Meredith.

Ela carrega nas costas capacidades de cantora, compositora, pianista, cineasta, coreógrafa e artista performática. Todas as atividades nas quais ela já se arriscou e foi bem quista.
Para se ter idéia da dimensão de sua vanguarda, em 1969 ela e mais 84 artistas se apossaram da quinta avenida em NY dançando e cantando guiados por uma amazona em cima de um cavalo. Ela para foi a pioneira a condensar diversas formas artísticas…
Com o grupo Vocal Ensemble, chega esse mês a São Paulo a concretização dessas façanhas no formato do espetáculo Impermanência, um “melangé” intrigrante de canto, dança, sons de clarinete, performance, vídeo e até rodas de bicicleta – não pergunte como.
Mais sobre sua trajetória: nos anos 80, recorreu à sétima arte para se manifestar, dirigindo as películas Ellis Island e Book of Days.
Ela vai além. Segundo sua teoria, a música não precisa ser compreendida racionalmente, suas percepções acontecem no plano sensorial, emocional, insconsciente.
Quem morre de amores por Monk, e tem nela sua grande inspiração é a musa pop Bjork. Aos 16, a então jovem islandesa ganhou de um namorado o cd Domen Music com faixas intrumentais de Meredith e alucinou. Até que em 2001 uma música desse álbum foi regravada em seu próprio: Gotham Lullaby. O estilo vocal peculiar de Bjork também vem da diva veterana, foi ela quem se aprofundou nas técnicas vocais que designam prosódia, respiração e entonação irreverentes até então nunca conhecidas.
Vale ressaltar que ela também já assinou trilha pra longas de renome como Nouvelle Vague (1990) de Godard e O Grande Lebowski (1998) dos irmãos Coen.
Multitalentosa. Para mais informações, visite o site dela.
O espetáculo que acontece nos dias 14, às 21h, e 15, às 17h e 21h será imperdível…
Meredith Monk e vocal Ensemble
Teatro do colégio Santa Cruz
Rua Orobó 277, São Paulo
(11) 3024-5199
Categorias: Artes
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Por Simone Freire
Prontinho pessoas, o tão esperado dia 4 de novembro decidiu o novo presidente dos Estados Unidos da América. Barack Obama, aos 47 anos torna-se no 44º presidente de seu país, pelo Partido Democrata.
O que cabe dizer é o que se espera de Obama. Como muitos já sabem as expectativas são muitas, embora em alguns o espírito seja mesmo o de desconfiança. O mundo inteiro pronunciou-se após a vitória. O Quênia, país onde seu pai nasceu e sua avó ainda vive, decretou feriado nacional o dia da vitória do candidato. O presidente de Venezuela Hugo Chávez, disse que Obama representa “uma luz” e que acredita que este “cumprirá seu papel histórico” e acabará com o “selvagem bloqueio a Cuba”. O presidente também pronunciou que as relações entre Venezuela e Estados Unidos podem melhorar muito, principalmente em relação ao petróleo. E foi justamente este fator o motivo de muita crítica à Obama em sua campanha, já que prometeu fazer dos EUA um país independente do petróleo do Oriente Médio, o que para muitos é impossível.O presidente Lula disse que a eleição do primeiro homem afrodescendente à presidência dos EUA é um feito histórico e que as relações do Brasil com os estadunidenses e a América Latina pode melhorar muito. O que se espera mesmo aqui no Brasil são melhores negociações com o biocombustível. Aliás, não são só expectativas de melhores negociações com o Brasil que são esperadas, para alguns especialistas em política internacional o novo presidente terá “lábia” para amenizar os conflitos históricos do Oriente Médio.
Barack já tem aí muito trabalho pra fazer, cumprir a promessa de campanha de retirar as tropas militares do país do Iraque não vai ser nada fácil, um simples comando: ”saiam daí!”, trará instabilidade ao país e convenhamos, não adianta muito, muitos ainda são a favor da permanência das tropas por lá. A atual crise financeira também vai dar um trabalhão, segundo o próprio ministro da Fazenda, Guido Mantega o Brasil tem mais recursos de passar pela crise do que o próprio Estados Unidos.
Boa sorte aí Obama! Que você seja mesmo o representante de “uma nova era para a América”, como afirma Colin Powell.
Categorias: Internacional
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Por Olivia Nachle
Depois de um longo, longuíssimo processo que vem durando desde 3 de janeiro, finalmente estamos próximos de saber qual será o próximo presidente dos Estados Unidos.
De fato, as espectativas são muitas. O clima é de esperança para aqueles que apoiam e acreditam no democrata Barack Obama e de tensão para os republicanos que estão do lado de John McCain. Isso não é surpreendente pra ninguém, já que o complicado processo eleitoral estados-unidense facilita a “confusão” por parte do público que acompanha as eleições dos EUA (inclusive, o G1 fez uma animação tentando explicar o funcionamento das eleições). Além do mais, por as eleições não serem diretas, quem obtiver o maior número de votos indicados nas pesquisas, não necessariamente vencerá no Colégio Eleitoral.
A média entre as pesquisas realizadas pelos institutos Gallup e Rasmussen mostram que até ontem, dia 31, em todos os momentos, a preferência norte-americana é por Obama . Desde o dia 21, McCain esteve, aproximadamente, 6 pontos atrás do democrata e ontem essa diferença caiu para 4,4.
Diante de todo esse contexto de instabilidade e suspense, especialistas afirmam que determinados estados podem ser decisivos na decisão presidencial.
Faltam só 3 dias. Esperemos pra ver o que o final dessa longa trama nos aguarda…
Categorias: Política
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- Por Gabriella Cartaxo
Às vésperas das eleições gerais nos Estados Unidos, que acontece no próximo dia 04 de novembro, não tem jeito: todo mundo só fala ( e veste a camisa) de Barack Obama!
E não é que o candidato virou mesmo um ícone fashion? ( como eu já tinha antecipado no último post). As celebridades não só apóiam a campanha mais pop dos últimos tempos, como esta semana resolveram desfilar por aí com as estampas do candidato. Veja:

Alicia Keys

Madonna

Scarlett Johansson

Leonardo Di Caprio

Beyoncé
Categorias: Moda
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-Por Gabriella Cartaxo
Nos últimos dias 24, 25 e 26 de outubro, aconteceu no Espaço das Américas, em São Paulo, o evento No Capricho, que trouxe vários shows, desfiles e oficinas de dança para o público teen da revista.
Chilli Beans, Colcci, Spezzato Teen e Vide Bula foram algumas das grifes que mostraram a sua coleção: uma cartela de cores pra lá de alegre, estampas floridas bem tropicais, cintura alta, vestidos balonê e saias curtas pregueadas foram os destaques e antecipam o que vai “bombar” nas vitrines da próxima estação.
Além das peças lindíssimas, eu conferi de pertinho nos bastidores as tendências de make que já fazem a cabeça das estrangeiras e que prometem virar febre entre as mulheres aqui do Brasil.

Tudo azul!
Resultado da onda navy que invadiu as passarelas européias, esse olho azul marinho do desfile da Chilli Beans está dando o que falar desde o São Paulo Fashion Week. Amou e quer copiar? Escolha uma sombra azul bem opaca ( marcas como Duda Molinos e Catherine Hill tem versões lindas e baratas), umedeça um pincel de ponta achatada e faça um traço médio rente aos cílios superiores e inferiores. Depois, esfume mais produto com um cotonete por toda a pálpebra móvel e ilumine o canto interno dos olhos com uma sombra cintilante. Finalize com várias camadas de rímel preto em cima e embaixo.

Nada é tudo!
Uma pele bem feita já diz tudo, né? E foi exatamente essa a aposta dos stylists da Vide Bula! Com um bom corretivo que dê aquela disfarçada nas olheiras e imperfeições, um blush bronze nas maçãs para dar um ar bronzeado e muiiiitooooo rímel, não tem como errar na dose na make de verão. A boca “nada”, bem nude ou matte, com leve brilho é o tipo da maquiagem que dá aquele ar de saúde e um up no visual sem “gritar” muito. Vale investir!

Pretinho básico
Seguindo uma linha mais rocker, no desfile da Lei Básica os olhos ganharam uma sombra preta opaca, que foi esfumada rente aos cílios superiores e inferiores ( Dica: sombra Mineralize, da MAC). Na pele, apenas corretivo, um blush pêssego e batom coral nos lábios, aplicado com primeiro com pincel e depois com leves batidinhas com os dedos para dar uma borrada e ficar bem natural.

Make terra
Sombra marrom, blush coral e batom laranja… este arsenal é aquele básico, que todo mundo tem que ter na bolsa para nenhuma situação te pegar de surpresa. O make fica bom tanto para o dia quanto para a noite, dependendo de como você vai turbinar o seu look! No desfile da Spezzato Teen, uma sombra marrom bem leve foi esfumada em cima e embaixo dos olhos, que foram contornados internamente com lápis bege para aumentar o olhar. Nas bochechas, apenas blush e um pouco de sombra cobre cintilante do alto das maçãs para deixar o make mais fresh. A boca na cor laranja também é tendência e vai bem com todos os tons de pele.
Fotos: Cláudio Lacerda
Categorias: Moda
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Terça-feira, 28 Outubro 2008 · 1 Comentário
Por Ana Thaís de Matos
Foi com essas palavras que Aécio Neves descreveu o efeito da união PSDB-PT no apoio à candidatura de Marcio Lacerda (PSB) para prefeito de Belo Horizonte. Aliado ao atual prefeito Fernando Pimentel (PT), o governador de MG disse que é mais uma nova característica no processo eleitoral e político que se inicia no Brasil.
Marcio Lacerda foi eleito com 59% dos votos e é considerado um desconhecida no meio político, teve uma arrancada na reta final do primeiro turno, e levou a decisão para os 47 do segundo tempo, vencendo a disputa com Leonardo Quintão (PMDB). O eleito foi militante de movimento estudantil e apadrinhado por Ciro Gomes, foi secretário-executivo do Ministério da Integração, no primeiro mandato de Lula.
Lacerda é considerado um empresário bem sucedido no ramo das
telecomunicações, seu vice Roberto Vieira de Carvalho (PT) é administrador de empresas, e encerrava uma carreira de 3 mandatos como deputado estadual.
Muito mais do que a briga pela prefeitura de uma das principais capitais do Brasil, a eleição para prefeito de BH mostrou algumas atitudes características da postura política brasileira. Atitudes como a aliança Aécio-Pimentel mostra o trabalho antecipado do PSDB de firmar de uma vez por todas os pés do Tucano mineiro rumo a eleições à Presidente da República (fato que o PT não tem a menor idéia de quem vai lançar, nomes como Dilma Roussef, atual ministra da Casa Civil, e do Senador Eduardo Suplicy já foram cotados).
Do lado Tucano, além do governador mineiro, a briga pela disputa da Presidência também ficará por conta do atual governador de SP – José Serra, que mesmo não tendo aparecido muito na mídia, é um forte candidato às eleições de 2010. E não será ao lado de Aécio.
Categorias: Cidades · Política
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