Produzir resenha de 15 linhas em formato de post hipermidiático sobre o novo livro de John Kelly. Entrega prevista para os dias 03 e 04 de novembro, respectivamente. Publicado pelo Reuters Institute for the Study of Journalism, a obra está disponível para download gratuito. Leitura rápida, de apenas 50 páginas, mas incluindo tópicos como a incorporação da participação pelo mainstream e algumas predições para o futuro. O Institute tem uma considerável coleção de publicações disponíveis para download.
A capa do livro, em tamanho original de um LP de 12 polegadas
por Cristiana Veronez
Recheando um pouco mais nossa literatura musical, prometendo conteúdo e bom gosto, será lançado hoje, ás 19h na Livraria Culturada Av. Paulista – SP o livro “300 discos importantes da música brasileira”. A obra, que traz em seu conteúdo a escolha de 300 títulos de LPs, com comentários respectivos foi organizada pelo pesquisador e baterista da banda Titãs, Charles Gavin, que contou com a participação dos jornalistas Tárik de Souza, Carlos Calado e Arthur Dapieve na produção dos textos e escolha de alguns dos LPs comentados. Ele mesmo, apenas produziu dois textos sobre um trabalho de Marcelo D2e outro de Pepeu Gomes. Editada pela Paz e Terra, com 434 páginas e preço estimado para 230 reais, a obra, com toques de carinho e cuidado, foi arquitetada no intuito de preservar e também levar à tona muitos sucessos da música brasileira que por vezes foram ou são deixados para trás, esquecidos, ou nem mesmo considerados como parte de nossa cultura. Mas acima de tudo, é uma maneira de difundir conhecimento.
É uma dica válida para quem curte esse tipo de arte. Confira!
Teremos, nos dias 12 e 13 de novembro, uma discussão sobre o livro Neuromancer, seus personagens e propostas de Gibson. Mas sem prova! Em 13 de outubro de 2006, Gibson publicou no seu blog a descrição abaixo:
THE NEUROTYPER
posted 9:52 PM
As anyone knows who’s ever looked at any bio notes on me, Neuromancer was written on a typewriter. This is often presented as evidence of weird lotek eccentricity on my part, but in 1981 I didn’t know anyone who wrote on a computer. All the hotshit professionals had the IBM Selectric, which turned out to be the endpoint of typewriter evolution. Stephen King may have already had his Wang, which was the first I heard of anyone writing fiction on a new-fangled “word processor”. Me, I was writing on a Hermes 2000 . Mine was identical to the 1933 example mid-way down the page. It was built by E. Paillard & Cie. S.A., Yverdon (Suisse) with all the precision of a Swiss mechanical watch. That precision, plus the rigidity of the small but heavy steel frame, made it one memorably fine writing tool. I had inherited it from my wife’s step-grandfather, who’d been a journalist. I wrote all my short stories on it, Neuromancer, the first half of Count Zero, and then some crucial doohickey broke. There were absolutely no NOS 1933 Hermes parts available, in Vancouver. I made do with a really horrible manual office machine, all I could afford at the time, until Bruce Sterling’s dad gave him an Apple II and I started hearing really a lot about that. But if the 2000 (I’ll bet they were thinking about the year, Gernsback Continuum style) hadn’t broken, I’d probably have gotten into computers even later.
Formada em Letras pela Brigham Young University, Stephenie Meyer, que por tempos foi vítima de anedotas pelo curso que resolveu seguir para construir uma carreira, é prova legítima de que não devemos subestimar nada e nem ninguém.
Três de suas obras foram traduzidas aqui no Brasil este ano, porém apenas “Crepúsculo” e “Lua Nova” já foram publicadas. A terceira delas, “Eclipse”, tem seu lançamento previsto para 14 de janeiro de 2009.
A expectativa dos leitores, que amaram a série e a consideram extremamente envolvente e “pedem bis” é grande.
Para quem ainda não conseguiu comprar o segundo volume, aqui vai uma surpresa tira-gosto: está disponível na Internet um enxertoconsiderável do livro! É só conferir!
A intenção é que, para cada livro da Saga Luz e Escuridão, haja um filme correspondente.
A estréia de “Crepúsculo” será, provavelmente, no dia 19 de dezembro deste ano. Para os outros dois títulos, ainda não há data prevista aqui no Brasil.
Trailer de “Crepúsculo”
Meyer foi considerada “como uma das mais promissoras novas escritoras de 2005″ (Publishers Weekly).
Nasceu no Arizona, em 1973, é casada e mãe trdeês filhos. Curte músicas atuais e considera William Shakespeare uma de suas influências literárias.
Para os interessados, deixo aqui, como indicação, dois blogs recheados de curiosidades, informações e entretenimento: Crepúsculo (1), Crepúsculo(2).
“Que a indústria fonográfica mundial está em crise, disso ninguém duvida. Todo mundo anda procurando o “novo modelo de negócios”. Escondido em Belém do Pará, o tecnobrega testa uma original economia criada há anos, na marra. As músicas saem direto de estúdios da periferia e são distribuídas nos camelôs da cidade, animando gigantescas festas de aparelhagem, sem mais depender da grande mídia ou gravadoras. Um mundo paralelo cujo funcionamento é finalmente revelado neste livro: estudo pioneiro sobre as novas indústrias culturais que comandam a vida musical mais popular no Brasil de hoje. Quem quiser pensar o futuro da música não pode ignorar as lições tecnobregas da Amazônia digital.”
Texto de Hermano Vianna, da contracapa do livro: Tecnobrega: o Pará reinventando o negócio da música
O arquiteto Artacho Jurado e o elefante Babar não tem nada a ver um com o outro. Mas hoje, quando cheguei em casa por volta das 23:30 pensando no post que faria aqui no F5 sobre a exposição “Drawing Babar: Early Drafts and Watercolors”, em cartaz no misto de biblioteca e museu Morgan, em NY, deparei-me com cerca de 20 desconhecidos – e um conhecido – saindo do elevador (é um elevador bem grande).
Edifício Planalto
Eu moro no Edifício Planalto, bem no “centrão”. O próprio Artacho o idealizou em sua fase mais criativa, os anos 50, quando fez também o Bretagne, o Viadutos, o Parque das Hortênsias e o Cinderela. As pessoas todas do elevador vinham do salão que fica na cobertura, onde acontecia uma palestra sobre o livro “Artacho Jurado: Arquitetura Priobida”, de Ruy Eduardo Debs Franco. O local também estava cheio de móveis vintage – como cadeiras desenhadas por Lina Bo Bardi – em exposição.
Mas por que insisto em falar no arquiteto? Exatamente por que ele não era arquiteto. Nem sequer concluiu o ensino médio. E seus prédios são obras de arte habitacionais (hoje, quase todos foram tombados como patrimônio histórico). Além de pensar no conforto dos apartamentos, se as janelas receberiam ou não sol todas as manhãs, se o condomínio seria barato para o morador, Artacho ainda tratava de fazer fachadas surreais, misturando estilos e cores de uma maneira tão única que foi considerada moderna demais na época de seu lançamento, quando agradou apenas à classe média emergente.
Outro semformação formal era Jean de Brunhoff, o “pai” do Babar. Mas a exposição tem cara de arte naif e vale pelas memórias da infância (para quem é velho o suficiente para ter assistido Babar na TV, como eu).