O final de semana em Florianópolis promete temperatura amena,um pouco de chuva, muita adoração e louvor.Do que estou falando? Primeiro são dados meteorológicos fornecidos pelo Clima Tempo , e segundo é o Santa Catarina Gospel Festival, que teve início hoje, 12, e chega ao final no sábado, 14, e contará com vários nomes da música gospel nacional e regional.
O evento, realizado no começo de setembro em São José e que chega esse mês a Florianopólis, vai “embalar” fiéis cristãos em ritmos variados, como Hip Hop, Rock e Pop Rock, num final de semana de louvor a Deus. O ex-vocalista dos Raimundos e hoje ministro da Igreja Bola de Neve, Rodolfo Abrantes, fará sua apresentação na sexta-feira, disse ao site oficial do evento que “Florianópolis é uma cidade estratégica, um lugar maravilhoso, muito conhecido pela beleza e pela qualidade de vida. Deus tem planos maiores e com certeza irá usar este evento para mobilizar o corpo de Cristo em adoração”.
O festival pretende criar um momento de comunhão da comunidade cristã, levar a palavra de Deus, louvor, dança, teatro e adoração, e, ainda, passar a fazer parte do calendário oficial do estado. A estudante da UFSC, Gabriela Pereira, diz que acha importante que todas as religiões, não só a cristã, possam usar o espaço da cidade para se manifestar, e considera uma pena não ter visto muita divulgação do evento.
A programação dos próximos dias será:
Dia 13 de novembro de 2009
16h30 – Abertura dos Portões
17h. Banda Redenção Floripa
18h. Bruna e Thatiane
19h15. Rapóstolos
20h. Rodolfo Abrantes e Banda
21h. Filadélfia
21h 30. André Valadão e Banda
22h30. Culto Racional
23h30. Pregador Luo e Apocalipse 16
Dia 14 de novembro de 2009
16h30 – Abertura dos Portões
17h. Marcelo Bezerra
17h30.Filhos do Rei
18h15. Cristiano Freitas
19h. Gabriela Rocha e Banda
20h15. Geziel Freitas e Banda
21h. Pastor Antônio Cirilo e Banda Santa Geração
22h30. Filhos do Homem
O evento também possui praça de alimentação, exposição de livros, cds, artesanato e comércio. Será realizado na Passarela Nego Quirido no centro de Florianópolis. Aqueles que tiverem oportunidade de ir, aproveitem esse momento de adoração e comentem aqui como foi.
O Fashion Rocks é um grande evento que reúne moda e música e foi criado em Londres em 2003. Esse ano foi a vez do Brasil, no Rio de Janeiro, sediar o show com o patrocínio da Oi. Com ingressos que iam de R$800 a R$ 4 mil reais, foram poucos que puderam ter a oportunidade de acompanhar, nos dias 23 e 24 de novembro, os desfiles de grifes tanto nacionais quanto internacionais – André Lima e Marc Jacobs, por exemplo. A música ficou por conta de artistas como Ja Rule, Mariah Carey, P. Diddy, entre outros.
a cantora inglesa Estelle
Wanessa e Ja Rule
Uma das coisas mais legais que aconteceu foi o desfile não-oficial dos convidados – não foi apenas na passarela que moda tomou conta. Confira alguns looks das grifes participantes aqui.
Um mix de bolero, tango e com algumas pitadas de jazz. Diferente de seu último disco, “Inclassificáveis”, Ney Matogrosso deixa transparecer uma necessidade sincera de revezar álbuns mais pesados e introspectivos com gravações mais calmas. Seu comportamento e figurino hostis da última turnê ficaram para trás.
Ney Matogrosso lança seu 32º álbum, "Beijo Bandido"
“Beijo Bandido”, novo disco de Ney, mostra, além de um caso raro de perfeita harmonia entre um artista de primeira linha e uma grande gravadora, é um trabalho intimista ao seu modo, apresentando uma linhagem mais acústica do cantor.
Conhecido por sua ousadia nos palcos, Ney confirma que mesmo sendo um disco repleto de regravações, há sim um certo ineditismo. “Há ineditismo, sim. Não apenas pelo fato de as músicas terem outras roupagens. Algumas canções são completamente desconhecidas. De dez em dez anos, as pessoas não se lembram de mais nada”, disse o músico.
Em “Beijo Bandido”, ele volta a centrar mais as atenções na canção. E já começa dando ares diferentes para “Tango para Teresa”, sucesso dos anos 70 na voz de Ângela Maria. Outras músicas, como “Nada por Mim”, parceria de Herbert Vianna e Paula Toller e “De Cigarro em Cigarro”, de Luiz Bonfá também são remodeladas pela maneira singular de Ney.
Nessa sexta-feira (23), a cidade de San Bernardino, na Califórnia, receberá o SmokeOut Festival. O evento, que ocorre todos os anos, vai para sua 12ª edição, e tem como objetivo discutir o cultivo e a utilização da maconha como substância terapêutica, além de reunir diversas bandas comprometidas com a causa.
Neste ano, dois motivos fazem com que o SmokeOut Festival seja especial. Além das recentes declarações do Presidente Barack Obama, já admitindo a discussão sobre a legalização da maconha – o que torna o evento ainda mais pertinente -, a edição de 2009 contará com a presença da banda Sublime, que não se reúne desde 1996, depois da morte do vocalista e compositor Bradley Nowell. O conjunto, que ficou mundialmente conhecido apenas após o falecimento de Nowell, voltará a se apresentar, mas, desta vez, com o garoto Rome no vocal. Confira abaixo a nova voz da banda, tocando um dos antigos sucessos:
Antes de ficar famoso, o Sublime já colecionava fãs na Califórnia, tornado-se um dos maiores nomes do cenário underground da década de 1990 e com muitas letras que tratavam sobre as drogas e a maconha, em especial. Além da banda californiana, também participarão do SmokeOut festival diversos outros grupos musicais, como o Slipknot, Deftones e Pennywise.
Apesar da presença de grandes nomes da música, o que parece chamar mais a atenção no evento é o comprometimento com os ideais por parte de seus organizadores e colaboradores. Como apresentado em seu site oficial, o SmokeOut Festival pretende lutar, por meio de assembléias e exposições, pelo acesso legal à maconha por parte de pacientes que poderiam ser beneficiados pela substância e pela descriminalização do cultivo doméstico da planta. Para isso, serão realizados, dentro do evento, a Cannabis Cup e a Medical Marijuana Expo, que visam à apresentação de novas maneiras de cultivo e produção.
Para os que ainda não estavam satisfeitos, os espetáculos musicais do SmokeOut Festival 2009 serão apresentados por Cheech & Chong(Richard Marin e Tommy Chong), dupla do cinema humorístico norte-americano que ficou famosa nos anos 70 e 80 ao representar a era hippie, tendo sempre a maconha como temática principal de seus filmes. Para quem não está se familiarizando com os personagens, fica abaixo o trailer oficial do filme Up in Smoke de 1978, representado pela dupla.
A revista estadunidense especializada em música, Billboard, ganhou uma edição brasileira. O lançamento foi hoje (dia 14), e a primeira edição sai por R$ 8,90.
A empresa, que já existe desde 1894 nos Estados Unidos, é famosa por publicar rankings com as canções mais populares do momento, e é uma referência no mundo da música (também é chamada de “Bíblia da Música”). Agora, também teremos o ranking das “mais tocadas” no Brasil.
Capa da 1ª edição: Roberto Carlos
A versão brasileira, porém, terá algumas modificações em relação à norte-americana. Enquanto a original é publicada semanalmente, a tupiniquim será mensal. Além disso, o público alvo serão os consumidores (assim como é a concorrente Rolling Stone), e não a indústria da música como acontece nos Estados Unidos.
Na capa de estréia está o cantor Roberto Carlos, que completa 50 anos de carreira e é quem mais vendeu discos no Brasil. A matéria envolvendo o “rei” trata sobre os bastidores de sua turnê.
Com chamada na capa também há três matérias interessantes: uma entrevista com Paul McCartney sobre o sucesso dos Beatles na atualidade, uma reportagem sobre os lucros da banda KISS com a exploração de sua marca, e uma matéria sobre a volta dos LP’s e a recuperação da única fábrica de vinil da América Latina (tema abordado no blog no mês passado).
Capa conta a história da "Bíblia da Música"
Outra matéria que tem destaque na revista é “Billboard – uma história de sucesso” onde é contada a história da revista no mundo, ajudando o leitor brasileiro a saber o que a revista já atingiu em outros países.
Tudo indica que a revista chegou para fazer sucesso, e como diz o slogan propagado em suas páginas: “Billboard – Você já ouviu falar. Agora vai ler.”
O jovem André Paste junto com um de seus ídolos do Mashup
Nas baladas de música eletrônica das maiores cidades do Brasil, muitas pessoas já dançaram ao som de músicas que misturam duas essências completamente diferentes. Uma das que ganhou prestígio considerável foi a versão de “Another brick in the wall”, clássico do grupo Pink Floyd, que foi mixada com uma música de Techno aleatória e até hoje faz relativo sucesso nas boates. (Clique aqui para ouvir a música). André Paste, capixaba de 18 anos, somou “a vontade de fazer música ao fato de não estudar nenhum instrumento” para fazer algo praticamente idêntico: misturar duas ou mais músicas de estilos diferentes através de mashups.
Mashups são combinações de diferentes recursos digitais que acabam formando um grande e novo recurso. O Google Earth é um bom exemplo de mushup, uma vez que ele possui um alicerce chave (o mapa mundial) e diversas vertentes, tais como nomes de rua, relevo etc. Para a música, vale o mesmo conceito. Inspirado em outros “artistas” da área, André Paste criou versões musicais completamente inovadoras; uma de suas misturas preferidas é o “Bonde do Buarque de Hollanda”, no qual ele mistura músicas de Chico Buarque e The Police com batida de funk carioca, dando origem a um estilo novo e pouco usual. “Eu gosto muito do choque cultural, das misturas inesperadas”, diz o garoto. Paste também possui um canal no Youtube (Veja aqui o canal de André Paste), no qual demonstra que trabalha com destreza também na mescla de recursos visuais e auditivos.
André Paste chegou a tocar suas músicas em pequenas casas de show no Rio de Janeiro; no momento está em São Paulo e logo depois seguiirá para Curitiba. Seu primeiro projeto (cujo nome é “Invasão Capixaba”) rendeu-lhe essa “mini-turnê” que, segundo ele, “está sendo uma experiência inesquecível pelo fato de ver as pessoas dançando suas músicas na pista”. Para conhecer melhor o trabalho do jovem talento, basta acessar o myspace que contém as músicas de seu projeto.
O cantor, pianista e compositor Jerry Lee Lewis voltará ao Brasil após 16 anos desde sua última vinda. Considerado o maior sobrevivente entre as lendas do rock, Lewis agitará as cidades de Porto Alegre, São Paulo e Belo Horizonte nos próximos dias 16, 18 e 20 de setembro, respectivamente. Os lugares escolhidos para a apresentação são Pespi on Stage (Porto Alegre), Credicard Hall (São Paulo) e BH Music Hall (Belo Horizonte).
Nascido na cidade de Ferriday, em Louisiana, Lewis iniciou-se na música com canções religiosas. Pouco tempo depois, ele foi expulso da igreja que freqüentava, devido aos seus “maus comportamentos”. Desde então, dedicou-se inteiramente a composições de música que misturam o tradicional Southern Rock (rock típico da região Sul dos EUA) com o rockabilly, o boogie woogie, dando origem a um estilo de música completamente inovador.
Em entrevista concedida ao Estado de S. Paulo, o “matador” (que recebeu esse apelido ao agredir um professor com 15 anos de idade) considera a si próprio o maior rival de Elvis Presley dentre os tantos outros que “estouraram” para a música com a ajuda da Sun Records durante a década de 50 (gravadora que revelou além desses Johnny Cash, Roy Orbinson e Carl Perkins). O seu single de Great Balls Of Fire vendeu mais de 6 milhões de cópia no mundo todo e é considerado um dos maiores hits de todos os tempos. (Clique aqui para ver).
Os fãs de Jerry Lee Lewis certamente poderão esperar por shows repletos de talento e irreverência, ao melhor estilo “killer”. Dessa vez, eles poderão assistir às apresentações por um preço acessível (de R$90,00 até R$400,00) e os ingressos serão comercializados tanto pela Ticketmaster quanto pela Ingresso Rápido.
Os ‘garotos’ de Liverpool voltaram a ser assunto de destaque e ganharam a capa das revistas Rolling Stone e da britânica New Musical Express desse mês. Tudo isso devido ao relançamento de sua discografia remasterizada e do jogo Rock Band: The Beatles. No game, que está disponível para o Playstation 3, Xbox 360 e Nintendo Wii, estão disponíveis 45 músicas do “fab-four” para o jogador, que incorporam os membros do quarteto.
A gravadora EMI lançou cinco milhões de discos que contém fotos inéditas, textos e um documentário. A coleção, disponível em versão estéreo, contém 13 álbuns mais a coletânea “Past Masters” com músicas não incluídas nos LPs. Segundo o diretor da gravadora ,Ernesto Schimitt, a coleção do grupo formado por John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr tem tudo para ser “a maior reedição de um catálogo na história da indústria musical”. Além disso, foi colocada a venda 50 mil caixas de uma versão mono para colecionadores.
Remasterização da discografia dos Beatles promete causar movimento no mercado fonográfico
Com isso, a gravadora espera que também haja uma reedição da “beatlemania” e que os novos lançamentos causem um boom tanto nas vendas quanto no Top 20 das paradas britânicas. Existe a expectativa de que, como no auge da banda, filas dificultem o acesso às grandes lojas de discos de Londres.
A previsão da empresa é de que os álbuns “Abbey Road” e “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” sejam os mais vendidos. Além disso, a Companhia Oficial das Paradas espera que, ao menos, 15 álbuns da banda ficarão entre os 75 mais vendidos até domingo.
Foi com a chegada do CD, no início da década de 90, que o disco de vinil foi dado como morto. O CD tinha maior durabilidade e não produzia chiados. Além disso, poderia ser tocado em aparelhos menores, sem precisar de uma vitrola. Para “piorar”, há pouco tempo atrás ainda viriam as músicas em MP3, e os players desse formato, deixando os Long Plays (LPs) cada vez mais distantes e esquecidos.
Os LPs voltaram!
Agora, eles voltam a ser lembrados. Alguns dizem que o som produzido pelos LPs é melhor do que o som dos seus irmãos mais novos, mas esse não é o motivo da volta do vinil. Hoje em dia, em que é possível “baixar” discografias aos montes, os amantes dos LPs navegam contra a corrente. Fazem de ouvir música um ritual: escolher um disco, uma faixa, colocar pra tocar, e curtir a música. Ouvem para sentir a música, e não para apenas deixá-la como som ambiente enquanto executam outras atividades. Os números são animadores: nos Estados Unidos, o vinil cresceu 37% em número de peças e 64% em dólares, em 2007. Em 2008, o crescimento mais que triplicou: 124% em peças e 148% em dólares.¹
Os LPs, que antes só podiam ser encontrados em sebos, agora começam a ser relançados e podem até ser encontrados em grandes livrarias e “megastores”. Segundo o G1, a Polysom, única fábrica de discos de vinil de toda América Latina, voltará a funcionar ainda em 2009, sob nova administração. Os artistas também entraram na onda. Já é comum nos Estados Unidos e Europa os artistas lançarem seus discos, além de CD, no formato de LP. A tendência é a moda pegar no Brasil, tendo em vista a reabertura da Polysom (situada em Belford Roxo, no Rio de Janeiro).
“Sala de corte” da Polysom
Porém, nem tudo são flores. O preço dos novos LPs ainda é salgado, e “clássicos” antigos ou recém-lançamentos não são encontrados por menos de cem reais. Grande parte é por causa dos impostos, como reclama o dono da Polysom, via Twitter: “Impostos, impostos e mais impostos. Imaginem depois do preço final ainda ter que adicionar mais 24%. De quê? Impostos!”
¹ – http://twitter.com/polysom – Twitter da Polysom, atualizado diariamente com notícias e fotos da fábrica.
A apresentação do grupo pop americano Maroon 5 ontem na Via Funchal foi justamente o que se espera de uma banda pop de muito sucesso: casa lotada, 99% de mulheres histéricas berrando a cada gesto do vocalista Adam Levine, muitos sucessos e o mais inesperado: um som que deu certo.
Apesar de todos os preconceitos que muitos marmanjos tem com uma banda de caras bonitos, eles não fazem bonito só nas letras capazes de conquistar o coração da menina mais fria (vale a dica: se você não conquistar uma menina com uma bela frase tirada de sweetest goodbye, she will be loved, this love ou shiver, eu te garanto: ou ela não vale a pena ou ela não tem um coração)
O setlist incluiu boa parte do primeiro cd (o que mostrou que, metade das pessoas do recinto só estavam lá para admirar o Adam, já que ninguém sabia quase letra alguma) e os singles do segundo cd, It Won’t Be Soon Before Gone, e se resumiu nessa bela listinha aqui:
Adam Levine arrasando corações no Via Funchal
This Love
If I Never See Your Face Again
Makes Me Wonder
Tangled
The Sun
I Won’t Go Home Without You
Secret
Shiver
Wake Up Call
Sunday Morning
She Will Be Loved
Harder To Breathe
Sweetest Goodbye
Infelizmente, foi um show muito curto (apenas uma hora e vinte), mas que cada segundo valeu a pena, ah valeu! (vide foto ao lado)